15 de novembro de 2015

Je suis Bataclan

 


Meus caros, penseis teria sido eu Broculo, arrancado, cozido, cozinhado e defecado por esta altura, pois vos digo que ainda não, ainda por cá ando cheiroso, apenas inexplicavelmente caladinho.
Acontece que, a menos que nos chamemos Luís Filipe Vieira, de vez em quando dá mesmo vontade de dizer umas coisas e, nestes tempos de golpes de estado e atentados terroristas na Europa, é difícil ficar calado. Não é alegre que o digo, mas a mim ninguém me cala, excepto talvez uma AK47 claro...
Pois parece que os senhores do EI, auto proclamado excremento islâmico resolveram fazer das suas, quem sabe em nome de um deus em tempos encarnado como porteiro de uma discoteca Portuense e, resolveram assassinar cobardemente mais de uma centena de seres humanos inocentes em Paris.
Entre o politicamente correcto tipicamente ocidental e o extremismo de intenso aroma arábico convém entender que isto não são (apenas) uns loucos ou marginalzecos a portarem-se mal. Estes tipos constituem uma ameaça real à segurança internacional e, se continuarem a reduzi-los a uma seita derrotada à partida perante os enormes poderes dos aliados ocidentais, a coisa só irá correr de mal a pior para o nosso lado. Afinal de contas temos muito mais a perder do que eles, a começar pela nossa liberdade. O mais grave é que estes monstros são traidores das suas próprias pátrias em nome de um movimento medieval que se serve da religião para alimentar as mais básicas e animalescas necessidades, ganância, poder, reconhecimento histórico, domínio territorial/étnico, luxuria, vingança, etc.. Francamente acho que deve ter paralelo na mentalidade de gangue.
Mas como para cada mal existe um remédio, o que sugiro é muito simples...uma grande campanha de vacinação anti-terrorismo. E perguntam vocês como é que se faz uma coisa destas?
Assim:
Toda esta "malta porreira" que já tenha sido referenciada pelas autoridades num ou vários países ocidentais como extremista - porque muitos deles se tornam mesmo terroristas activos - e com provas de diversa ordem como viagens ao médio oriente, incitamento ao ódio, recrutamento nos países de origem, rastro digital, escutas, etc., pode ter um "trágico acidente" antes que provoque a morte de inocentes. Isto é moralmente correcto? Não. Seriam visados alguns inocentes? Sim. Mais do que aqueles que morrem em atentados? Não. Seria eficaz? Sim... É que o terrorismo é um acto de guerra que não se pode combater de forma convencional e é até francamente estúpido pensar que tipos que se suicidam para matar nem que seja as melgas que nos mordem, deixem de nos atacar por irmos mandar umas bombas para o quintal deles matando também inocentes no processo.
Seria portanto, não um trabalho para exércitos mas sim para os serviços secretos. Muito mais eficaz, difícil de combater e permite andar à frente agindo, em vez de atrás reagindo, chorando, acendendo mais umas velinhas, fazendo mais discursos emocionados...Até uma próxima vez.
Enfim...a todos os Franceses e os que lá vivem em paz: Liberté, egalité, fraternité, Vive Lá France!

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