9 de janeiro de 2009

Olá Kitty! Adeus Kitty!

Meus amigos, isto de relatar a viagem é muito engraçado mas tenho que - e muito a propósito diga-se - fazer um interlúdio para um sério aviso à navegação das gajas.
Pois muito bem, o que é que se passa com aqueles seres responsáveis e crescidos, maduros e sensatos comummente conhecidos como "mulheres"?
Confesso que não consigo perceber esta febre repentina da Hello Kitty. É que nos últimos meses tem-se assistido a uma profusão deste personagem e o que eu julgava dever-se ao marketing agressivo e às muitas horas de fita de pitinhas com menos de 10 anos, é, no final de contas um fenómeno geracionalmente abrangente havendo gajas com mais de 40 anos Hello Kitty dos pés à cabeça! Ele é a cueca, roupa, telemóvel, malas, joalharia, enfim, um autentico pesadelo cor-de-rosa e um absoluto opposite of cool!
Ao que parece já lá vai o tempo em que as mães vestiam as filhas como senhoras, agora vemos precisamente o oposto, senhoras vestidas de menina!
E para além das obvias questões estéticas, põe-se uma muito mais grave, psíquica, que é o soltar da franga teen do gajedo todo!!!
O bróculo sente que, por ser autor de uma publicação com enorme repercussão social e mediática, tem o dever de elucidar as mulheres acerca das graves implicações desta mania parva. Isto já se sabe, para grandes males femininos, grandes legumes!
Pensem lá um bocado, imaginem que os homens agora também voltavam à idade do armário e começavam todos a ir a reuniões vestidos de Homem Aranha, vocês não ficavam às aranhas?
E se numa cena quente, um gajo vos está a baixar as calcinhas para vos dar uma canzana à antiga com palmada no befe e tudo e eis que - qual Victorias Secret? qual La Perla? - é mas é cueca da Hello Kitty mesmo! E os fantasmas pedófilos que isto pode despoletar num homem que vê a mulher vestida com a "lingerie" da filha!?
Será que é um mal entendido? Ainda ninguém vos explicou que uma mulher "toda kitada" não quer dizer uma mulher toda vestida de Hello Kitty!

Enfim, os homens sempre foram criticados por nas alturas difíceis mostrarem fragilidade e gritarem "Eu quero a minha mãe!", mas ao que parece, nestes tempos complicados até as mulheres gritam o mesmo. É preocupante porque as mães não vão chegar para as encomendas...
Eu quero a minha mãe!

Sem comentários: